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  • Vitalidade Integrada

Como o Pilates pode ajudar os portadores de Síndrome de Down


A síndrome de Down é caracterizada por um distúrbio na divisão celular, afetando o cromossomo 21, podendo ser detectada desde a gestação, acarreta em alteração no desenvolvimento motor e intelectual. O primeiro ano de vida de um portador de síndrome de Down é caracterizado no ponto de vista motor por uma hipotonia generalizada (diminuição da força global).

Quando a criança começa a arrastar, engatinhar, nota se então que ela apresenta grande amplitude de movimento em suas articulações, o que pode ser confundido com alongamento é a frouxidão ligamentar. Essa juntamente com a diminuição de força muscular pode gerar alterações ortopédicas principalmente de joelhos e quadris, além de distúrbios no equilíbrio, marcha e coordenação.

O Pilates é um método mundialmente conhecido, difundido na sociedade atual como aliado na busca constante de melhora na qualidade de vida. É altamente democrático, abrange em seu contexto todos os gêneros, idades, condição física e patologias; ele também pode ajudar portadores de Síndrome de Down?

Sim, o método surge como grande aliado no tratamento dos portadores da síndrome, que visa ganho de controle e conhecimento sobre o próprio corpo e vai estabelecer um equilíbrio entre a musculatura e as articulações. A pessoa será beneficiada com ganho de força muscular exigindo menos esforço das articulações para a realização das atividades diárias, adequação da marcha para evitar possíveis compensações, melhora no equilíbrio estático e dinâmico. Auxilia no aprimoramento da coordenação e controle além de manter o condicionamento físico evitando a obesidade que é comum nessa população por conta de distúrbios na tireoide característicos da síndrome.

O Pilates ajuda na concentração, aprendizagem sendo adequado para o tratamento desde a infância e mantendo se benéfico durante toda a fase adulta. É além de uma ferramenta para tratamento motor também uma atividade física para a manutenção da qualidade de vida.


Texto: Fabiana Barbosa

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